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As queimaduras resultam em trauma grave, com aumento da necessidade energética acima do gasto energético de repouso, de acordo com a extensão e a profundidade das lesões. As metas de tratamento nutricional para os pacientes queimados incluem:

A
ofertar dieta hipercalórica, restringir açúcares simples e gorduras e aumentar o consumo de proteínas de origem vegetal.
B
promover o ganho de peso com dietas hipercalóricas, aumentar a ingestão hídrica e restringir o consumo de ácidos graxos monoinsaturados.
C
oferecer dieta isocalórica, suplementar ácidos graxos ômega-3 e aumentar o consumo de fibras solúveis.
D
fornecer calorias adequadas para evitar perdas de peso superiores a 10% do peso corporal usual, evitar a úlcera de Curling e suplementar vitaminas e minerais.
E
ofertar dietas hipercalóricas, normolipídica e hiperproteica e restringir carboidratos complexos.

O diabete melito é uma doença caracterizada por hiperglicemia crônica, com consequências importantes a longo prazo, como disfunção e falência de rins, visão e coração. É critério de seu diagnóstico:

A
Frutosamina 235 mg/dl
B
Glicemia 1 hora após o almoço > 160 mg/dl.
C
Uma glicemia casual acima de 200mg/dl em paciente com sintomas típicos de hiperglicemia.
D
Hemoglobina glicada 4.8g/dl
E
Uma glicemia de jejum entre 110 e 126mg/dl em paciente referindo sede excessiva.

De acordo com os atuais critérios diagnósticos para caquexia em pacientes com DPOC, qual parâmetro abaixo pode ser utilizado na avaliação?

A

Hematócrito < 12g/dL.

B

Fadiga.

C

Índice de massa corporal < 22kg/m².

D

Proteínas totais < 3,2 g/dL.

E

Perda de peso com edema.

Referente a terapia nutricional no DIABETES TIPO 2 marque V para verdadeiro e F para falso.

As dietas hipocalóricas e perda de peso normalmente melhoram o controle metabólico. Os objetivos principais são os de atingir e manter normais a glicemia, os lipídios séricos e pressão arterial. O fracionamento da dieta é uma estratégia que pode ser adotada. A dieta hipocalórica (independente de perda de peso) está associada com um aumento da sensibilidade à insulina e melhoria nos níveis de glicose sanguínea. Uma perda de peso moderada tem-se mostrado eficiente para reduzir a hiperglicemia, a dislipidemia e hipertensão.

A
V
B
F

Marque a alternativa correta em relação a quais alimentos poderiam ser prescritos para pacientes com gastrostomia:

A

Frutas picadas, sucos de frutas, vegetais crus e açúcar.

B

Suco de laranja, alimentos pastosos, açúcar e legumes.

C

Sucos de frutas, açúcar, amido, vitamina de frutas, gema de ovo, leite e creme de leite.

D

Açúcar, solução fisiológica, suco de frutas e frutas em pedaços.

E

Caldo de carne, vegetais crus, caseinatos e farinhas.

Das complicações metabólicas abaixo, aquele que não corre com o uso prolongado da nutrição parenteral é:

A

Diminuição dos elementos traços.

B

Diminuição da oxigenação dos tecidos.

C

Hipofosfatemia.

D

Esteatose hepática.

Marque a alternativa que descreve uma estratégia dietética que pode ajudar na prevenção da doença arterial coronariana.

A
Aumentar a ingestão de gorduras saturadas e reduzir consumo de fibras.
B
Consumir grandes quantidades de sal para melhorar a circulação sanguínea.
C
Ingerir predominantemente carboidratos refinados e evitar proteínas.
D
Aumentar a ingestão de frutas, vegetais e grãos integrais, reduzindo gorduras trans.
E
Priorizar consumo de bebidas alcoólicas para relaxar os vasos sanguíneos.
O paciente hepatopata crônico (cirrótico) apresenta vários problemas nutricionais e algumas complicações clínicas relacionadas com a evolução da doença. O nutricionista, ao realizar a orientação nutricional de um paciente com cirrose, sem sinais de encefalopatia hepática, deve ter em mente que
A
não há recomendação para a restrição de proteína, mas é importante fazer uma boa seleção e a distribuição equitativa de proteínas ao longo do dia.
B
para prevenir a encefalopatia hepática, é necessário aumento do consumo de proteína para 2,0 g kg peso/dia.
C
para prevenir a encefalopatia hepática, é necessária uma restrição proteica de 0,8 g/kg Peso corporal/ dia.
D
inexistem motivos para a restrição de proteínas, até que surjam sinais de encefalopatia hepática.
E
para prevenir a encefalopatia hepática, é necessária uma restrição de aminoácidos de cadeia ramificada (AACR).

Após o cálculo das necessidades de calorias recomendadas para pacientes com AN, deve-se determinar a distribuição de macro e micronutrientes, atendendo-se às seguintes recomendações:

A

Proteína (15 ext{ a }20 ext{%} das calorias totais); carboidrato (25 ext{ a }40 ext{%} das calorias totais); Lipídeos (30 ext{%} das calorias totais)

B

Proteína (20 ext{ a }40 ext{%} das calorias totais); carboidrato (30 ext{ a }50 ext{%} das calorias totais); Lipídeos (30 ext{%} das calorias totais)

C

Proteína (15 ext{ a }20 ext{%} das calorias totais); carboidrato (50 ext{ a }55 ext{%} das calorias totais); Lipídeos (30 ext{%} das calorias totais)

D

Proteína (10 ext{%} das calorias totais); carboidrato (80 ext{%} das calorias totais); Lipídeos (20 ext{%} das calorias totais)

E

Proteína (15 ext{ a }30 ext{%} das calorias totais); carboidrato (50 ext{ a }55 ext{%} das calorias totais); Lipídeos (15 ext{%} das calorias totais)

A doença celíaca caracteriza-se pela intolerância ao glúten da dieta. Na prescrição dietética devemos excluir, além do trigo, os seguintes alimentos:

A

Arroz, araruta e tapioca

B

Centeio, cevada e milho

C

Centeio, milho e aveia

D

Aveia, cevada e arroz

E

Centeio, cevada e aveia